Daniel Godri Junior
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Ele também consegue aproximar o público com histórias de tocar o coração o que faz com que suas palestras se tornem momentos inesquecíveis.

Quando o elogio estraga?

por Daniel Godri Junior

Postado em 04/05/2017

Muito cálcio, pedras nos rins; uito descanso, uma certa preguicinha; muito sol, queimaduras. Muito elogio, perigo a vista!

Você deve estar estranhando eu, um motivador, escrever este artigo. Afinal elogio não motiva as pessoas? Sim, e muito, mas na medida certa! Se o elogio não for sincero, ou se for repetido com freqüência ocultando-se as devidas correções ele pode surtir um efeito contrário e perigoso.

Quando elogiamos as pessoas sem corrigi-las quando necessário podemos dar a falsa impressão para estas pessoas que elas são indispensáveis e perfeitas. Assim a percepção destas pessoas se torna desequilibrada e elas não crescem como profissionais e amigos de trabalho. Pior, se um dia você precisar mandar estas pessoas embora elas vão se sentir péssimas e injustiçadas, pois afinal ao seu modo de ver eram perfeitas.

Não sou absolutamente contra o elogio, mas sou contra o elogio falso, mal empregado ou tendencioso. Sou contra o elogio desacompanhado de correções.

Sou a favor do ditado: prefiro a crítica de um inimigo do que a bajulação de um amigo. Isto porque a crítica quando verdadeira faz crescer enquanto que a bajulação quando falsa impede o próprio aperfeiçoamento.

Então não devo elogiar nunca? Não, você deve elogiar quando oportuno. O elogio tem o seu importante papel. Alias, reconhecimento é uma palavra em falta em muitas empresas e faz parte do topo da pirâmide motivacional de Maslow. Contudo, lembre-se: o elogio não deve andar desacompanhado de conselhos sinceros que às vezes são duros de falar e de ouvir. 

Sucesso e paz!

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